TEXTOS ILUMINADOS

BOAS MENSAGENS!

O olho que tudo vê


Uma antiga lenda conta a saga de um povo que foi infiel a Deus, e devido a essa grande falta para com o Altíssimo, receberam o seguinte castigo: todos os membros da aldeia perderam a visão dos olhos do rosto, daquele dia em diante, todos só poderiam enxergar com os olhos do coração. Para poder ver alguma coisa, o coração deveria estar limpo de qualquer maldade.

O castigo chegaria ao seu fim, quando todos os membros da aldeia tivessem enxergando um ao outro, com os olhos do coração.

Apesar do castigo, a grande maioria do povo vivia feliz, enxergando apenas com os olhos do coração.
Uma minoria, insatisfeita, não conseguia ver absolutamente nada, porque seus corações permaneciam cheios de maldade. Essa minoria, depois de tanto murmurar e não aceitar de forma alguma o castigo do Senhor recebeu uma visita do demônio, que lhes trouxe uma proposta: o pequeno grupo deveria fugir e formar uma nova aldeia; na nova aldeia, cada membro receberia um terceiro olho, no meio da testa, um olho que tudo vê.

Sem pensar no restante da aldeia, nem nas conseqüências desse acordo com o demônio, o pequeno grupo aceitou a proposta.

Na nova aldeia, eles perceberam que o olho que tudo vê lhes permitia enxergar o futuro, e a cada dia que se passava, um pouco mais do futuro lhes era permitido enxergar. Uma alegria tomava conta da nova aldeia, até que num certo dia, todos amanheceram muito tristes. Essa tristeza chegara para nunca mais sair. Foi o dia em que o olho que tudo vê mostrou-lhes como e quando cada um iria morrer.

Essa é a forma que o demônio trabalha, trocando pequenos momentos de alegria por longos períodos de profunda tristeza.

Na antiga aldeia, todos os que esperaram pelo Senhor, receberam a visão dos olhos do rosto de volta, e ficaram muito felizes, enxergando com os olhos do rosto e com os olhos do coração. A prosperidade e o amor de Deus acompanharam toda descendência desse povo, porque as promessas de Deus se cumprem na vida dos que fazem a sua vontade. Deus é fiel.


Autor desconhecido