TEXTOS ILUMINADOS

BOAS MENSAGENS!

Os 25 segredos da luta espiritual que Jesus revelou à Santa Faustina


Santa Faustina (Imagem: Fundação Terra / Divulgação)
Em Cracóvia, no dia 2 de junho de 1938, o Senhor Jesus ditou a uma jovem Irmã da Misericórdia um retiro de três dias. Faustina Kowalska registrou minuciosamente as instruções de Cristo em seu diário, que é um manual de mística na oração e na misericórdia divina.

A TRILHA QUE LEVA À CURA


"Eu não sei como alguém consegue conviver comigo, determinados dias, porque tem dia que tenho raiva da minha cara. Tem dia que eu levanto com a pá virada. Sai fogo pelas ventas! Por que será que tem dia que você levanta e está péssimo? Como viver sempre contente, se tem dia que estou triste, amargurado, aperreado, com raiva?" (Pregação: “Sete passos para a santidade do matrimônio”)

Nesse trecho padre Léo declara publicamente o seu temperamento forte. Em seguida nos dá dois segredos, para combater o procedimento carnal:

15 curiosidades sobre a Igreja Católica


Alguns fatos interessantes que talvez você não conheça

1. A Igreja incentiva os católicos a fazerem algum ato de penitência em todas as sextas-feiras do ano, não apenas nas sextas-feiras da Quaresma. As conferências episcopais de cada país fazem as suas sugestões, mas a mais comum é a abstenção de carne.

2. Em matéria de abstenção de carne, o peixe não conta: portanto, comer peixe é liberado para os católicos mesmo em dias de jejum e abstinência. Por outro lado, há pessoas que evitam nesses dias quaisquer alimentos derivados de animais, como leite e ovos, mas não há nenhuma restrição formal da Igreja a este respeito.

O que é a virtude da caridade?


“A finalidade de todas as nossas obras é o amor.” Santo Agostinho

As virtudes são as disposições habitual e firme de fazer o bem. São desejos de nossa inteligência e vontades que comandam nossos atos, ordenam nossas paixões, e nos guiam segundo a razão e a fé.

A caridade é a virtude teologal (dada por Deus) que nos leva a amar a Deus sobre todas as coisas, por si mesmo, e a nosso próximo como a nós mesmos, por amor de Deus. (cf. Cat. n. 1822). Amar o próximo sem ser por amor a Deus é filantropia, mas não caridade.