TEXTOS ILUMINADOS

BOAS MENSAGENS!

A TRILHA QUE LEVA À CURA


"Eu não sei como alguém consegue conviver comigo, determinados dias, porque tem dia que tenho raiva da minha cara. Tem dia que eu levanto com a pá virada. Sai fogo pelas ventas! Por que será que tem dia que você levanta e está péssimo? Como viver sempre contente, se tem dia que estou triste, amargurado, aperreado, com raiva?" (Pregação: “Sete passos para a santidade do matrimônio”)

Nesse trecho padre Léo declara publicamente o seu temperamento forte. Em seguida nos dá dois segredos, para combater o procedimento carnal:

15 curiosidades sobre a Igreja Católica


Alguns fatos interessantes que talvez você não conheça

1. A Igreja incentiva os católicos a fazerem algum ato de penitência em todas as sextas-feiras do ano, não apenas nas sextas-feiras da Quaresma. As conferências episcopais de cada país fazem as suas sugestões, mas a mais comum é a abstenção de carne.

2. Em matéria de abstenção de carne, o peixe não conta: portanto, comer peixe é liberado para os católicos mesmo em dias de jejum e abstinência. Por outro lado, há pessoas que evitam nesses dias quaisquer alimentos derivados de animais, como leite e ovos, mas não há nenhuma restrição formal da Igreja a este respeito.

O que é a virtude da caridade?


“A finalidade de todas as nossas obras é o amor.” Santo Agostinho

As virtudes são as disposições habitual e firme de fazer o bem. São desejos de nossa inteligência e vontades que comandam nossos atos, ordenam nossas paixões, e nos guiam segundo a razão e a fé.

A caridade é a virtude teologal (dada por Deus) que nos leva a amar a Deus sobre todas as coisas, por si mesmo, e a nosso próximo como a nós mesmos, por amor de Deus. (cf. Cat. n. 1822). Amar o próximo sem ser por amor a Deus é filantropia, mas não caridade.

Áudio - "Música que cura e liberta" (Padre Léo)



Áudio - Vida íntima, Penhor de Comunhão Espiritual - Padre Léo



Áudio - Mas por causa da Tua Palavra - Padre Léo SJC



Áudio - Sede bondosos, compassivos e perdoai - Padre Léo



Como amar a Deus sobre todas as coisas?


«Como amar a Deus sobre todas as coisas? Sinto muito maior comoção ao pensar em meus pais e amigos do que ao pensar em Deus. Por isto também me parece que não tenho contrição dos pecados; nada sinto ao recordar-me deles».

1. A questão se resolve sem grande dificuldade, desde que se leve em conta a distinção entre amor afetivo e amor apreciativo ou efetivo.

a) O amor afetivo é a atração que experimentamos frente a determinada pessoa pelo fato de a estarmos percebendo mediante os sentidos (os olhos, os ouvidos…). Somos então «impressionados» de maneira sensível; em consequência, a nossa natureza corpórea vibra espontaneamente — o que se manifesta mediante sorriso, estremecimento, lágrimas, pranto, rubor, palidez, etc. Tais reações podem escapar ao controle da vontade; embora muito abalem o indivíduo, são, por vezes, algo de infra-humano. Não são motivadas pela dignidade da pessoa ou do objeto que impressionam (pode mesmo acontecer que pessoa pouco digna provoque grande comoção sensível).